segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

As ondas ninfomaníacas - Parte 1


Brigas, revelações desagradáveis, coisas que vem até nós e um incidente vergonhoso e desagradável. Um post dividido em duas partes sobre o último fim-de-semana na Praia da Pinheira, em Palhoça.


Definitivamente não foi fácil ter conseguido passar esse fim-de-semana na praia. Duas semanas atrás, eu havia machucado o meu dedo do pé, e para que não entrasse sujeira e que o sal não causasse ardência, preferi não ir, o que eu descobriria que foi uma macaquice, pois o Tiago e a Layana me disseram que a água do mar ajuda a cicatrizar. Semana passada, não havia espaço para mim. Agora, essa semana, havia espaço e meu dedo estava sarado então, pude ir para lá curtir um pouco das férias fora de casa.


Para facilitar a leitura, dividirei os dias em capítulos:


Capítulo I: A partida


Na sexta-feira, 26 de janeiro, a Fram me liga dizendo para passar na casa dela às 20:20h. Passei lá e, enquanto a carona não vinha, fiquei conversando com o Robisson enquanto a Fram se arrumava. O carro que nos levaria até a casa de praia chegou cerca de vinte minutos depois. Fomos com um tio da Fram e o primo dela, Gleyson.


Dentro do carro, sem o tio e o primo da Fram, pouco depois de a Fram me informar que o Robisson ela completavam 8 meses juntos, os dois começam a discutir logo em seguida. O Robisson reclamou que a Fram estava dando conversa no Orkut a um rapaz que nem a própria Fram conhece. A discussão se encerra, mas causa feridas futuramente expostas. Durante o caminho, vimos umas casinhas meio aterrorizantes, que o Robisson me informou ser o ponto de ônibus para os índios, e também vimos umas meninas novinhas com saia curta e roupa decotada e provocante. As meninas viraram motivo de discriminação dentro do carro por serem putas, mas a Fram, inocentemente, achou que elas estavam indo para uma festa...


Já na casa de praia, o Robisson começa a conversar sobre o trabalho dele com o Gleyson, desde como é o trabalho em si, até as clientes que ficam à beira da piscina com a bunda para a cima, o que irritou a Fram. Os dois tiveram uma outra discussão mais tarde que, na minha opinião, foi sem fundamento algum, e nessa discussão o Robisson revela: “Eu deixei de falar com os meus amigos, eu parei de sair para as festas para a gente ficar mais tempo juntos...”. Não gostei disso. Depois, a Fram fala outra coisa que eu acabei não gostando também: “Eu entrava só no MSN para saber se você estava e saia logo em seguida”, o que justifica as conversas breves que eu sempre tinha com a Fram:


Peterson: Oi

Fram: Oi

Fram: Tchau

[Fram parece estar off-line]


No final, eles acabaram se entendendo e continuam agindo feito crianças quando o assunto é ciúme. Eles precisam aprender a ter mais confiança um no outro e pararem de ser radicais. É só dar uma olhadinha para outra pessoa, ou falar de um ex-ficante que o pau come solto.


Capítulo II: Praia matinal


Eu, Robisson e a Fram fomos de manhã à praia. Não estava lotada e nem vazia. Não havia ondas. Entramos na água e eu fiquei com água até o pescoço. Mas fiquei parado, não fazendo muita coisa, enquanto o Robisson e a Fram curtiam a praia como pessoas normais. Tenho medo de mar, mas não sei o porquê desse trauma. Voltamos com um boné rosa da Nike que foi até a Fram e umas duas bolachas do mar (ou seja, lá que nome for).


Capítulo III: As ondas ninfomaníacas


Mais à tarde, depois de ter ido até a pracinha e não ter encontrado uma tigela que o Seu Vilson me pediu para comprar, Robisson, Fram e Gleyson ainda estavam na praia e me convidaram para tomar banho. Eu não estava muito a fim por causa das ondas, mas fui para a casa, deixei umas coisas como dinheiro, os óculos e os anéis da Fram.


Entrei na água assustado com as ondas que estavam altas para mim e com os buracos que havia, mas mesmo assim entrei. Entrei mesmo assim. Uma primeira onda veio alta e... PAC! De repente, me vi levantando rápido a minha bermuda azul e a minha cueca, enquanto umas mulheres, a Fram e o Gleyson riam de mim. Mesmo envergonhado, pus tudo de volta no lugar e continuei lá. A Fram e o Robisson insistiam para eu ir mais para o fundo: “Você está onde as ondas quebram, seu burro!”, me diziam. Mas eles ignoravam o meu medo do mar. Uma onda veio meio alta demais para mim. A Fram e o Robisson foram levantados por ela, e eu só vejo aquela onda vindo para me matar. PAC! A onda jogou-me dentro da água e ralei os meus joelhos na areia. A minha bermuda e a minha cueca caem e novamente sou motivo de risos. Então eu pensei: “Não brinco mais” e saí da água, sendo seguido pelos três, que ficaram fazendo piadinhas sobre a minha bunda e ao tamanho do meu pênis na ocasião.


Na volta, vimos o Seu Vilson chegando a Fram corre até ele para contar sobre as ondas ninfomaníacas. Enquanto isso, eu, Robisson e Gleyson voltamos e eu revelo ter visto a morte três vezes na vida: duas na praia e uma no barco Viking, ano passado...


[Continua...]

5 comentários:

  1. "mto longos"... humpf... o seu tb num foi uma notinha...

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  2. hahahhaha adorei o post.
    ...PAC! e vc fica pelado! hohoho

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  3. Pow, Gostei muito do teu blog!

    percebo uma alma brilhante por trás destas linhas!

    Um abraço!

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  4. Juliamaris6/2/07 9:16 PM

    Huaauauahauhahauhuahuahuahuahaha
    Bem deu pra se divertir neh,naum sei vc,mas os outros...ahuahuahuahuahuahauhaa

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