quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

As ondas ninfomaníacas - Parte 2


A primeira parte desse post não foi muito feliz... Acompanhe o último episódio de Peterson da série “As ondas ninfomaníacas”.


Capítulo IV: Piadinhas e miojo

Fui ao Supermercado Santos antes de anoitecer. No caminho pela praia, vejo a Eliane, minha chefe, caminhando na praia, mas como estava longe, acenamos um para o outro. O público do Supermercado era mais atraente do que o povo da praia. Na praia, havia muita gente na casa dos trinta. A maioria não era caída, mas mesmo assim, não me atraia, ao contrário do pessoal do supermercado.


Voltei, deixei as coisas na casa e Robisson, Fram, Gleyson e eu, fomos numa pracinha, onde ficamos conversando por um tempo. Voltamos quando apareceram o Seu Vilson e a Dona Cida.


Ao voltar, o incidente com as ondas já havia sido informado para todo mundo e novas piadinhas foram criadas. Como ninguém quis jantar, comi miojo, que por acaso estava ótimo. =)


Capítulo V: Sonhos estranhos


Tive uns sonhos estranhos essa noite e resolvi conta-los para Fram e Robisson, pois eu estava me sentindo meio esquisito por causa deles. Lembrei-me de quatro:


1º: Estou caminhando por uma trilha em uma fazenda com gramas baixas. Ao olhara para trás, vi um tornado vindo em minha direção (não propriamente para cima de mim, somente). Pela trilha, vejo a Fram, o Robisson e o Seu Vilson correndo desesperados. Eu começo a correr para frente, mas eles me chamam para voltar e entrar em uma casa...


2º: Sonhei alguma coisa do tipo sobre a minha mãe ser uma assassina e de esconder os corpos cimentando o carro em que a vítima estava, ou por de trás do buraco de uma piscina, ou dentro de uma parede...


3º: Sonhei que eu estava em Florianópolis na parte da ilha, e que havia uma ilha na costa que ainda fazia parte de Florianópolis. Nessa ilha, ficavam alguns bairros que existem outros não, e a outra metade da ilha era Cuba...


4º: Agora o sonho mais bizarro de todos e mais misterioso. Sonhei que eu estava na Praça da Palhoça com mais um povinho, mais precisamente na Av. Barão do Rio Branco, na frente dos correios. Parecia ser um evento da ONU. Havia dois homens suspensos por cabos de aço a uma altura de uns cem metros (muito alto), sem proteção alguma, pondo bandeiras de todos os países nesses cabos. Viam-se os dois homens pequenos lá encima, andando sobre os cabos como se estivessem em uma corda bamba. Os tamanhos deles eram projetados, o via-se ao mesmo tempo, o homenzinho pequeno lá em cima, e um holograma enorme dele sobre os cabos. Eu temia muito que um deles caísse de lá de cima. Seria morte na certa.


E um deles caiu, não caiu em linha reta, mas caiu do jeito de uma pluma, fazendo curvas pela horizontal. Mesmo assim, caia rapidamente e o povo na praça gritava apavorado. O corpo foi caindo e vindo em direção à rua. Foi caindo suavemente dessa vez e de pé, assim como os Diggory e o Sr. Weasley fizeram após pegar a chave de portal em Harry Potter e o Cálice de Fogo. Uma mulher loira, parecida como Edyta Bartosiewicz (foto). Seria ela, a própria Edyta? Somente sei que a mulher foi aplaudida e aliviou os corações de todo mundo por não ter morrido após cair do cabo de aço.


Agora você se pergunta: não foi um homem que caiu? O que essa mulher tem a ver com tudo isso? Pois é, só fui perceber isso depois que acordei. Caiu um homem, mas quem veio foi uma mulher. O que houve com o homem que caiu? Que mulher é essa? Ou será que o homem mudou de sexo enquanto caia...?


Não ajudou muito eu ter contado sobre o meu sonho para o Robisson e a Fram. Eles não queriam ouvir. Agora sei o porquê de as pessoas pagam por psicanalistas: são os únicos dispostos a ouvir.

Eu o Robisson ficamos em casa de manhã enquanto a Fram e o pai dela caminhavam pela praia. Fomos para a praia de tarde. O Robisson queria que eu entrasse na água, mas eu não quis ir. Vou dar uma volta enquanto os três ficavam curtindo as ondas. Voltamos, tomamos banho, e fomos embora às 16:00h, de ônibus.


E assim foi...

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

As ondas ninfomaníacas - Parte 1


Brigas, revelações desagradáveis, coisas que vem até nós e um incidente vergonhoso e desagradável. Um post dividido em duas partes sobre o último fim-de-semana na Praia da Pinheira, em Palhoça.


Definitivamente não foi fácil ter conseguido passar esse fim-de-semana na praia. Duas semanas atrás, eu havia machucado o meu dedo do pé, e para que não entrasse sujeira e que o sal não causasse ardência, preferi não ir, o que eu descobriria que foi uma macaquice, pois o Tiago e a Layana me disseram que a água do mar ajuda a cicatrizar. Semana passada, não havia espaço para mim. Agora, essa semana, havia espaço e meu dedo estava sarado então, pude ir para lá curtir um pouco das férias fora de casa.


Para facilitar a leitura, dividirei os dias em capítulos:


Capítulo I: A partida


Na sexta-feira, 26 de janeiro, a Fram me liga dizendo para passar na casa dela às 20:20h. Passei lá e, enquanto a carona não vinha, fiquei conversando com o Robisson enquanto a Fram se arrumava. O carro que nos levaria até a casa de praia chegou cerca de vinte minutos depois. Fomos com um tio da Fram e o primo dela, Gleyson.


Dentro do carro, sem o tio e o primo da Fram, pouco depois de a Fram me informar que o Robisson ela completavam 8 meses juntos, os dois começam a discutir logo em seguida. O Robisson reclamou que a Fram estava dando conversa no Orkut a um rapaz que nem a própria Fram conhece. A discussão se encerra, mas causa feridas futuramente expostas. Durante o caminho, vimos umas casinhas meio aterrorizantes, que o Robisson me informou ser o ponto de ônibus para os índios, e também vimos umas meninas novinhas com saia curta e roupa decotada e provocante. As meninas viraram motivo de discriminação dentro do carro por serem putas, mas a Fram, inocentemente, achou que elas estavam indo para uma festa...


Já na casa de praia, o Robisson começa a conversar sobre o trabalho dele com o Gleyson, desde como é o trabalho em si, até as clientes que ficam à beira da piscina com a bunda para a cima, o que irritou a Fram. Os dois tiveram uma outra discussão mais tarde que, na minha opinião, foi sem fundamento algum, e nessa discussão o Robisson revela: “Eu deixei de falar com os meus amigos, eu parei de sair para as festas para a gente ficar mais tempo juntos...”. Não gostei disso. Depois, a Fram fala outra coisa que eu acabei não gostando também: “Eu entrava só no MSN para saber se você estava e saia logo em seguida”, o que justifica as conversas breves que eu sempre tinha com a Fram:


Peterson: Oi

Fram: Oi

Fram: Tchau

[Fram parece estar off-line]


No final, eles acabaram se entendendo e continuam agindo feito crianças quando o assunto é ciúme. Eles precisam aprender a ter mais confiança um no outro e pararem de ser radicais. É só dar uma olhadinha para outra pessoa, ou falar de um ex-ficante que o pau come solto.


Capítulo II: Praia matinal


Eu, Robisson e a Fram fomos de manhã à praia. Não estava lotada e nem vazia. Não havia ondas. Entramos na água e eu fiquei com água até o pescoço. Mas fiquei parado, não fazendo muita coisa, enquanto o Robisson e a Fram curtiam a praia como pessoas normais. Tenho medo de mar, mas não sei o porquê desse trauma. Voltamos com um boné rosa da Nike que foi até a Fram e umas duas bolachas do mar (ou seja, lá que nome for).


Capítulo III: As ondas ninfomaníacas


Mais à tarde, depois de ter ido até a pracinha e não ter encontrado uma tigela que o Seu Vilson me pediu para comprar, Robisson, Fram e Gleyson ainda estavam na praia e me convidaram para tomar banho. Eu não estava muito a fim por causa das ondas, mas fui para a casa, deixei umas coisas como dinheiro, os óculos e os anéis da Fram.


Entrei na água assustado com as ondas que estavam altas para mim e com os buracos que havia, mas mesmo assim entrei. Entrei mesmo assim. Uma primeira onda veio alta e... PAC! De repente, me vi levantando rápido a minha bermuda azul e a minha cueca, enquanto umas mulheres, a Fram e o Gleyson riam de mim. Mesmo envergonhado, pus tudo de volta no lugar e continuei lá. A Fram e o Robisson insistiam para eu ir mais para o fundo: “Você está onde as ondas quebram, seu burro!”, me diziam. Mas eles ignoravam o meu medo do mar. Uma onda veio meio alta demais para mim. A Fram e o Robisson foram levantados por ela, e eu só vejo aquela onda vindo para me matar. PAC! A onda jogou-me dentro da água e ralei os meus joelhos na areia. A minha bermuda e a minha cueca caem e novamente sou motivo de risos. Então eu pensei: “Não brinco mais” e saí da água, sendo seguido pelos três, que ficaram fazendo piadinhas sobre a minha bunda e ao tamanho do meu pênis na ocasião.


Na volta, vimos o Seu Vilson chegando a Fram corre até ele para contar sobre as ondas ninfomaníacas. Enquanto isso, eu, Robisson e Gleyson voltamos e eu revelo ter visto a morte três vezes na vida: duas na praia e uma no barco Viking, ano passado...


[Continua...]

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Os sete pecados que todo mundo ama cometer

Visitar os blogs amigos de vez em quando podem me fazer postar, como ocorreu desta vez.


Alguns dias sem postar, a ao visitar os blogs que estão entre os meus favoritos, ao acessar o Se conselho fosse bom..., vi que a Iaiá me convocou a escrever uma adaptação sobre os sete pecados capitais. O tema me pareceu complicado por um momento, então, resolvi escrever do meu próprio ponto de vista falando sobre mim! Quando escrevo sobre mim, tudo flui mais fácil.


Mas agora deu de enrolação e vamos ao que interessa:


1. Soberba


Soberba também significa orgulho ao estremo, presunção, ou seja, arrogância. Bom... eu sei que eu sou meio arrogante e isso não me incomoda muito mesmo, pois sempre creio que tudo que faço é o certo, o correto, e sou obrigado a admitir que eu geralmente esteja certo... hahaha!


Bom, de vez em quando eu meio que “humilho” as pessoas com baixo nível intelectual, falando difícil, ou sendo docemente sarcástico. =D


2. Inveja


Querer é poder, mas quando isso não está ao alcance no momento, o jeito é sentir inveja mesmo. Mas hoje a palavra inveja está banalizada. Alguém conhece a comunidade do Orkut “Sua inveja faz a minha fama”? Bom, nunca entendi essa frase, acho ridícula, sem sentido algum. Só não é mais ridícula do que os membros dela.


Agora eu em um momento de inveja...


Bom, já senti inveja sendo a ser interesseiro. Sabe quando alguém tem algo que você deseja e não tem? Pois é, o jeito é invejar. Pode ser um vídeo-game, a casa, uma emoção, ou uma pessoa que você queria que fosse sua e não pode ser (exceto em casos de triângulos amorosos, swing, traição, e coisas assim).


3. Ira


Eu sempre procuro ser legal com todo mundo. Sempre sou muito gentil, sempre sou muito amigo, sempre procuro ajudar. Mas se a pessoa pisar na bola comigo eu posso até perdoar sinceramente, mas eu não vou esquecer. Se persistir no erro, eu viro bicho, todo o meu ódio e rancor se esvaem. Meu objetivo é fazer a pessoa sangrar, assim como eu sangrei (sangrar no sentido de sofrer, não de sangrar de fato). Não aceito desculpas tão facilmente, só quero saber de me livrar de todo o meu ódio.


Mas isso é raro de acontecer, eu sempre procuro conversar, e faz muito tempo que eu não pego alguém de soco.


4. Preguiça


O pecado mais comumente praticado por mim. Preguiça de acordar, arrumar o quarto, trabalhar, estudar, sair de casa, entre várias coisas. Pode ser uma coisa gostosa, mas que atrapalha, atrapalha...


5. Avareza


Venho lutando do fundo do meu coração contra a minha avareza. Mas com o passar do tempo, nós envelhecemos e passamos a dividir as pequenas coisas que, quando éramos mais novos, o fazíamos. Por exemplo: eu era mais olho-grande, não dividia nada que era meu principalmente doces. Comia tudo sozinho, escondido. Hoje já consigo dividir um pouco de comida...


Agora, mais adulto, creio que seja relacionado a dinheiro. Pagar coisas para os outros, por exemplo, me dói um pouco. Mas me dói só se for para pagar para qualquer um, porque dinheiro é muito difícil de conseguir. Se for para as pessoas que eu gosto, nem me importo.


O pior são os adolescentes: exigem dinheiro dos pais quando não trabalham, mas quando passam a trabalhar, vem que conseguir dinheiro não é moleza.


6. Gula


Comer é uma das coisas mais prazerosas da vida, assim como dormir. Apesar de eu ser chato para comida, não ser de comer muitas coisas, quando eu como algo que eu gosto, eu preciso repetir.


Eu amo a comida do Baraúna (restaurante onde almoço durante o trabalho). Tenho um cardápio variado à minha disposição, e posso pegar a quantidade desejada sem precisar pesar e ainda pagar uns R$ 7,00. Na verdade, cada almoço deve sair por R$ 1,50. E lá eu posso comer lasanha de carne, macarrão, batata frita, de vez em quando pizza, sobremesa, panqueca doce... E de manhã, alguém sempre pega no meu pé (brincando) sobre a quantidade de pães que comi, e a de xícaras de café que bebi.


7. Luxúria


A Igreja é demonstrou ser realmente patética (além de antiga, e dominada por velhinhos broxas com a mente suja). Se a pessoa não cuida do corpo, não se demonstra interessante, nem sensual, ele certamente terá um grande futuro como freira ou padre.


Para continuar a corrente, convoco:

Miss Supahstah: http://luzluzvermelha.blogspot.com

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Big Brother


Daqui a poucas horas milhares de brasileiros não iram dormir depois da novela “Páginas da Vida”. A sétima edição do famoso reality show Big Brother Brasil começará e o brasileiro, sem nada para fazer, vai começar a julgar dezesseis participantes.


Inspirado no livro “1984 de George Orwell, onde um ditador vigia os passos de cada cidadão, surgiu na Holanda em 16 de setembro de 1999 o Big Brother, onde pessoas comuns foram trancafiadas em uma casa com outras pessoas que elas não conheciam, e sem poder manter contato com o mundo exterior, vigiadas por câmeras 24 horas por dia. O programa fez um grande sucesso e já no ano seguinte, o fenômeno se espalhou por outros 19 países, como Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Portugal, Suíça, Suécia e Bélgica. Em todos eles, o programa virou sinônimo de sucesso e audiência.


Em 2001, esse formato chega de forma polêmica ao Brasil com a estréia da Casa dos Artistas, no SBT, onde dozes personalidades famosas (ou quase), também foram vigiadas em uma mansão no bairro do Morumbi, em São Paulo. A Globo acusa o SBT de plágio, pois ela havia comprado formato do programa pela Endemol em 2000 (pelo que me lembro), conseguindo tirar o programa do ar por alguns dias. Em 2002, temendo em não fazer o mesmo sucesso que A Casa dos Artistas, a Globo lança o Big Brother Brasil, vencida pelo dançarino Kleber, que era um tremendo de um cabeça oca. O sucesso não pára desde então.


O elenco do Big Brother é manjado. Pessoas jovens, bonitas e saradas dominam a casa. A grande maioria já viajou para o exterior e tem curso superior. Lá há sempre a gostosona (puta) que sairá de lá direto para as revistas masculinas, o fortão sem cérebro que faz questão de exibir os músculos e a criatura humilde e batalhadora que só quer “uma oportunidade na vida”, os burros, o negão e as criaturas retardadas.


O Big Brother é um mundo sem regras, onde o importante é jogar para vencer. Os piores defeitos de cada um são transmitidos para todo o Brasil, como a inveja, a mentira, a falsidade e o egoísmo. Jogar não é proibido, mas o público não gosta. O formato do programa eu até acho inteligente, mas tenho que admitir que naquela casa há muita gente fútil, que é só um corpo e nada mais, que não tem conteúdo e que não tem cérebro.


O vencedor é sempre previsível. A criatura burra e humilde sempre vence, tanto que nessa edição não haverá sorteio, pois sempre um dos sorteados chega à final. Lá não é casa de caridade ou a Porta da Esperança. Devia ganhar que foi mais perspicaz, mais inteligente, e é claro que simpatia conta muito. Ninguém quer que uma pessoa nojenta e arrogante vença.


Uma coisa que me enoja é o público. Ele é cruel. Existe muita gente que não cuida da própria vida, vai lá, assiste o programa e condena os outros. Fica julgando os atos de cada um. Vemos isso naquelas propagandas de terça-feira, onde um repórter vai às ruas para saber “quem ele quer que saia da casa”. As pessoas vão lá, julgam os outros, como se elas fossem perfeitas, desprovidas de defeitos.


A maior crueldade é votar em alguém para sair do programa. Ok, ok, tem gente que merece sair de tão desprezível e baixo que é, mas mesmo assim, é acabar com um sonho de alguém. Aquela pergunta do Bial: “quem você quer que saia da casa” para mim pode ser traduzida como “acabe com o sonho de alguém”. Aquela é uma oportunidade única na vida. Saindo de lá, as chances do eliminado ter uma outra chance é de quase zero (sei lá, mesmo que sendo muito raros, milagres acontecem).


Uma das coisas que eu não suporto naquele programa é o Big Boss. Que coisa mais idiota! Os participantes se expõem ao ridículo e a Globo fatura com as ligações do público estúpido que gosta de certa forma, de humilhar os outros. E ainda tem aquela Rafaela do 31. Espero que esse ano ela suma. Que mulher mais chata! E aquela cara de quem teve um orgasmo e não gostou?


O Big Brother está aí. Agora, quando começar, esqueça de cuidar da sua vida e vá cuidar da vida dos outros. O programa pode não acrescentar nada de bom na sua vida, mas e daí? O importante é olhar.


.....


Participantes estereotipados dos BBBs anteriores:


As putas


BBB1: Xaiane

BBB2: Thaís (rainha) e Tarciana (vice-rainha)*

BBB3: Sabrina Sato

BBB4: Antonella e Solange

BBB5: Karla, Tathy Rio (primeira-princesa) e Natália

BBB6: Inês (não vi direito essa edição)


* A participante protagonizou cenas de sexo com o pagodeiro Jefferson (com dois “F”s).


Os fortões cabeça-oca


BBB1: Kleber (rei)

BBB2: Fernando e Fabrício

BBB3: Alan

BBB4: Marcelo Dourado

BBB5: Rogério “G”

BBB6: Daniel DanDan


As criaturas humildes


BBB1: Kleber¹

BBB2: Moisés e Tarciana

BBB3: Elane²

BBB4: Géris, Cida¹ e Tiago² (ambos por sorteio)

BBB5: Jean¹, Aline e Marielza*

BBB6: Mara¹, Agustinho e Lea (feia)


¹: campeão

²: vice-campeão

*: Marielza sofreu um derrame (AVC).


Os retardados, brincalhões


BBB1: Kleber

BBB2: Cida e Tina (minha mestra! Aquela do panelaço)

BBB3: Dhomini (nojo de pessoa)

BBB4: Cida

BBB5: Sammy

BBB6: Rafael


Os mais burros


BBB1: Kleber (rei)

BBB2: (ninguém se destacou)

BBB3: Sabrina

BBB4: Solange (mestra)

BBB5: Aline (uniu-se ao lado errado)

BBB6: (ninguém se destacou também).


Os barraqueiros


BBB1: Cristina

BBB2: Cida e Tina (rainha das panelas)

BBB3: Dhomini

BBB4: Tatiana (machorra) e Marcela

BBB5: Tati Pink

BBB6: Rafael (não muito)

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Cinco coisas que eu absolutamente odeio

Fui convocado! Não, não vou jogar na seleção brasileira de futebol. Fui convocado para escrever esse post, originalmente chamado de “Uma besteira incomoda muita gente, cinco besteiras incomodam muito mais”.

Não são as cinco coisas que eu mais odeio, porque odiar é uma palavra muito forte. Então, seguirei a proposta e escrever sobre as cinco besteiras que eu absolutamente detesto, tendo como fonte, minhas comunidades de “eu odeio” no Orkut (são 59 comunidades que participo com “eu odeio”).


5º Gente que se acha

Sabe essas pessoas que acham que estão com tudo e não estão com nada? Gente feia e caída que acha que tem um corpão? Ou então essas pessoas fúteis e vazias com excesso de auto-estima, que tem a necessidade de serem amados, mas que querem passar uma imagem de popular para os outros principalmente através do Orkut, tento o perfil quase lotado de amigos, centenas de scraps, e milhares de comunidades, algumas do tipo “Sua inveja faz a minha fama”. Mas que fama é essa?


4° Quando ligam e é engano

Eu não gosto muito de falar ao telefone. Na verdade, não gosto muito do contato que não seja ou pessoal ou escrito. Então, tem dias que o telefone está lá tocando o mais alto possível e não tem ninguém além de mim para atender. Eu vou lá atendo...

- Alô, é da casa da Xucúncia?

- Não.

- Quem é que está falando?

- É o Peterson.

- Desculpa, foi engano...

Isso quando não são aqueles que desligam na cara e nem se desculpam pelo engano...


3º Macaquices do Orkut

São essas coisas que todos os usuários têm que aturar. Pode ser o famoso “Bad, bad server. No donut for you”, esperar ansioso por um scrap importante e quando você confere é spam, pessoas estranhas e feias pedindo para você adicionar e outros que os usuários do Orkut sabem muito bem.


2° Ficar no vácuo

É aquela situação “agradável” quando você tem que implorar a atenção de alguém. Você manda uma mensagem e nada, um call e nada, um telefonema e nada...

No Messenger é assim. Dos vários contatos que você tem, muitos estão off-line. Dos poucos que estão on-line, são poucos que você consegue manter uma conversa longa e interessante. Uma coisa que me frustra é ficar no vácuo. Mandar uma mensagem e nada de trululu, nada de resposta. O pior é quando ela sai e nem, se despede. Eu fico puto!


1° Gente burra

Eu estou rodeado de gente burra. Elas estão em todos os lugares. Elas não são Deus, mas são igualmente onipresentes. Coisas do Brasil. Antigamente, a Internet era um espaço para gente culta, pois somente os ricos possuíam Internet até alguns anos atrás. Hoje muita gente tem, e eu sinto pena de quem não tem. Sabe, ser mais pobre e atrasado do que eu é vergonhoso, eu acho! Assim sendo, muita gente burra tem acesso a esse meio de comunicação. Pessoas que destroem a língua portuguesa, iXcREvEm AxIM (lave seus olhos com álcool após ter lido essa forma tosca de escrita). E tem aqueles fãs toscos de Harry Potter que acabam com a credibilidade dos livros e ridicularizado a série. Antes de ler Harry Potter, eu tinha esse preconceito devido a esse tipo de fã. E sobre esse tipo de fã, nas comunidades de Harry Potter, tem sempre aquelas coisas absurdas que você lê do tipo: Sirius não morreu, quem é R.A.B.?, nova teoria sobre..., e assim vai.

Fora o mundo da Internet, tem esse monte de gente que fala errado, não entende nada do que você explica da forma mais simples possível e que desiste fácil. Eu amo falar mal de gente burra! Gente burra comigo não tem vez.

.....


Talvez aja alguma outra coisa que deveria estar nessa lista. Há várias besteiras que conseguem acabar com a paciência de alguém. E quem quiser aprender a acabar com a minha, a receita está aí.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Atração


O verão está aí. Corpos em exposição como carnes em um açougue. É bom olhar, mas às vezes, olhar apenas não satisfaz.

Tem alguma coisa estranha acontecendo comigo. É sempre assim, todo verão. Eu não gosto muito do verão devido ao calor que me faz suar demais, mas ele tem seu lado bom. O céu claro, a luminosidade e o verde vivo das folhas embelezam a estação (consigo ver o montinho de árvores bem distante das montanhas ao redor de Palhoça). E isso lembra praia, que lembra obviamente corpos por aí.

Há praias que são habitadas por gente feia, gente bonita e nudistas. Esse tipo de público de praia praticamente não se mistura. Não existe muita mistura. Um feio se sente humilhado quando vai para uma praia com gente bonita. Se sente excluída, sua estima despenca, sentindo-se mal por ser feia. Uma pessoa bonita numa praia se sente mal por ver aquele monte de gente feia. E nudistas não podem se misturar com não-nudistas e vice-versa, pois isso representaria “falta de vergonha”.

É nessa época do ano que as pessoas são mais vaidosas e mais atraentes. Mas não apenas no verão, mas acontece mais nesse época, a atração. Muitas coisas podem lhe atrair. Podem ser belos olhos claros, um cabelo bem cuidado, um corpo bonito, uma pele lisa e sem espinhas, estar bem vestido, um belo sorriso, um corpo bem cuidado, etc. E eu não sei se é uma coisa boa. É bom de olhar, admirar, mas vai que essa pessoa repara que você está olhando para ela? Ok, tem gente que quer mesmo que as pessoas vejam, para se exibir, mas algumas não são assim. Por exemplo: existem mulheres que tem um acesso de fúria quando algum(s) homens a chamam de “gostosa”. E às vezes o simples ato de ficar olhando, babando idiotamente, pode enfurecer alguém. Talvez porque essas pessoas bonitas e atraentes queiram atrair olhares hipnotizados de pessoas igualmente bonitas e atraentes.

Além do fato de que pessoas atraentes preferem pessoas atraentes, o que pode incomodá-las é quando a pessoa que está sendo “secada” tem uma pessoa do lado. Pode provocar uma briga entre o casal, ou então, a pessoa que “secou” sai mais seca por ter perdido alguns litros de sangue...

Quando você admira, você fica lá, olhando idiotamente, disfarçando o olhar, às vezes querendo olhar e não poder. É o tipo de gente que poderia estar no Big Brother Brasil. Não importa se ela não tem cérebro, você nem quer saber, o importante é olhar

Você deseja ser notado, de ser igualmente admirado, de ser correspondido. E acontece de você sentir uma atração, uma coisa mais louca: a de admirar demais, acabar querer a pessoa para você, ou de até amar e procurar saber sobre aquela pessoa. O que os olhos não vêem, o coração não sente. E o pior de tudo é se ela for uma pessoa, além de bonita, inteligente e simpática. Mas a atração passa. O protótipo de amor passa. É uma questão de tempo.