domingo, 4 de junho de 2006

A festa que o Ditter não foi

Acidente, seis no carro, flashes que cegam, coisinhas para comer e o Casal Imperial. Um breve relato sobre a Festa do Divino de Santo Amaro da Imperatriz.

Sábado, 03 de junho de 2006

Tradicionalmente, passei na casa do Robisson antes do trabalho pra deixar a minha roupa lá. Quando eu cheguei, o preguiçoso estava lá dormindo numa boa! Então, acordei-o batendo com a minha mochila do Imperatriz. Depois, ele se vestiu, desceu e foi almoçar. Às 13.50h, saí de lá para mais um dia de trabalho.

Para minha frustração, está dando movimento no Imperatriz (é começo de mês) quando eu quero tirar o pó dos produtos e reorganizar o layout que está meio bagunçado, já que esses são os meus últimos dias trabalhando das 15 às 21h (nos sábados, o horário é das 14 às 20h). O Ditter e o Robisson passaram lá para comprar umas cervejas.

Quando saí, os dois estavam no taito. Depois, fomos para a casa do Robisson. O Jardel chegou pouco tempo depois. Ficamos lá até às 22.30h, que foi a hora em que o Ditter e o Robisson foram para a festa de moto. Já eu e o Jardel nos reunimos com o Cleber para esperar o irmão dele, Diego, e a cunhada dele, Mariana, para irmos de carro. Ficamos na frente da casa um tempinho, até começar a chover, quando fomos para a casa do Cleber.

Uns dez minutos depois, a música daquele sapo feio (Crazy Frog), toca digitalmente no novo e moderno telefone celular do Jardel. Era o Robisson. Sem enrolar, o Jardel disse que o Robisson e o Ditter haviam caído da moto e atropelado uma pessoa mas que todos não haviam se machucado gravemente, só se arranhado, e pediu para não contar nada pra mãe dele. Saímos da casa do Cleber, ficamos na frente da casa do Robisson conversando sobre o acidente, e voltamos quando a mãe do Cleber disse pra ligar pro Robisson pra saber mais. Ela ligou pra ele e nos informou que o Ditter havia parado no acostamento pra pôr a jaqueta (estava começando a chover). Como não dava de ver nada, eles acabaram atropelando uns três rapazes que andavam de bicicleta (sem nada pra refletir a luz). Os dois caíram da moto e todos ralaram as mãos.

O carro não demorou muito a chegar e fomos eu, Cleber, Jardel, Diego e Mariana até o local do acidente. O Robisson foi o primeiro que vimos e ele estava com a jaqueta do Ditter jogada nas costas. Dentro da ambulância, estava um dos rapazes atropelados, que aparentava ter uns 15 ou 16 anos e tremia bastante. O Ditter estava com a mão esquerda toda enfaixada e com a camisa com uns pingos de sangue. Não ficamos muito tempo lá. O Ditter teve que ficar pra fazer o B.O., já que é o proprietário da moto envolvida no acidente. O Robisson voltou pra casa com a gente.

A mãe do Robisson, que havia sido informada do acidente pelo próprio Robisson depois da gente, agiu normalmente, já que ele estava bem. Ele só trocou a calça rasgada no joelho por outra e eu peguei mais um casaco por causa do frio que eu sempre senti em Sto. Amaro. Finalmente, fomos pra a Festa do Divino de Sto. Amaro. Ao contrário das últimas três vezes que eu fui para as festas de Sto. Amaro, o local não foi no parque Orlando Becker, e sim na praça do centro da cidade.

Havia muita gente lá, e isso que chegamos lá pela meia noite. Comecei a gastar o meu dinheiro na rua íngreme na frente da igreja. Comprei um pastelão por R$ 3.00. Fiquei insistindo pra alguém me comprar uma cerveja (virei uma Tia Sílvia?), mas o Jardel só foi comprar quando o meu pastel já estava frio e comido até a metade. Depois, ficamos numa mesa conversando. Comemos duas porções de batata frita (algumas cruas! Ò_ó), e bebemos umas garrafas de refrigerante. O Jardel comprou pinhão, mas eu não comi.

Damos algumas voltas, e ficamos um tempo na frente de um show gauchesco na frente da igreja. Eu queria fazer umas merdas, dançar, essas coisas, mas ninguém quis. =(

Pra sair um pouco da agitação, fomos para a praça de Santo Amaro e ficamos um tempo no ponto de ônibus conversando e batendo foto. Mais próximo do banco (acho que era um banco), havia um painel com a família Imperial com um buraco no lugar da cabeça. Aquele que tem o corpo e você põe a cabeça pra fotografar. Ou só põe a cabeça e não fotografa, mas daí vão achar que você é retardado. Tirei algumas fotos como “damo” de honra (não sei qual é o nome do masculino de dama de honra). O Jardel mostrou pra Mariana as gravações e as fotos do celular dele feitas no dia da pizza (não houve post).

Voltamos para a festa, compramos um Bob Esponja inflável grande por R$ 7.00, e ficamos na rua íngreme do cemitério, que para o meu desgosto, estava inacessível. Mais conversas, fotos, e lá pelas 03.00h, fomos de volta pra casa.

A festa não foi lá grande coisa pra mim, mas como o Robisson disse, melhor do que ficar em casa sem fazer nada. Nem eu e o Jardel pudemos dormir na casa do Robisson. Na manhã seguinte, logo cedo, ele tinha batizado pra ir. Eu e o Jardel fomos pra casa. Cheguei em às 04.00h.

No próximo domingo, será a vez da Festa do Divino da Palhoça. Dessa vez, além do Ditter, um monte de gente conhecida vai.

E assim foi...

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