domingo, 19 de março de 2006

No VII Motaço


Depois de ter recebido alguns elogios sobre o post “A Festa do Milho”, eu resolvi postar a minha segunda visita para Santo Amaro da Imperatriz. No mesmo local que ocorreu a Festa do Milho ocorreu o VII Motaço.

O meu dinheiro estava acabando porque agora eu comecei a me atolar em dívidas (isso é, não de que esteja gastando mais do que eu recebo, mas sim de que agora não vai me sobrar dinheiro pra muita coisa). O Robisson me convidou para o VII Motaço, no mesmo local que ocorreu a Festa do Milho. Sabendo dos meus problemas econômicos, e consumido pelo remorso de ter-me feito uma dívida, Robisson se propôs a custear as minhas despesas como presente de aniversário. ¬¬’

Sábado, 18 de março de 2006. Por volta das 20:10, eu saí do trabalho e fui para a casa do Robisson. Como na semana passada, eu já tinha deixado lá a roupa que eu usaria na festa (que era a mesma que a da outra vez. Uma calça jeans e uma camisa cinza. Usei o mesmo conjunto no cinema quando fui ver “Harry Potter e o Cálice de Fogo)”. Eu não estava afim de ir porque eu havia tido um dia tedioso no Imperatriz esperando pelas 20:00h e estava com sono. O Robisson fez chantagem psicológica dizendo que já tinha combinado tudo e eu fui pra ele não chorar. Dessa vez até que eu não fiquei muito tempo lá esperando pra ir. O Jardel não demorou muito pra chegar. Comi um pedaço de nega maluca e fomos na casa do Cleber (teclei com ele agora no MSN e ele disse que o nome dele é sem acento). Um tempinho depois, eu, Robisson, Jardel, Cleber e Diego fomos de carro até o Aririú da Formiga pegar a Mariana (namorada do Diego) e o irmão dela, Vinícius. Não contávamos (pelo menos eu, Jardel e Robisson) que mais uma pessoa ia com a gente. Seu nome: Karolini Wagner (foto).

Nada mais, nada menos que oito pessoas ficaram absolutamente acomodadas no carro do Diego. Até que não foi tão ruim assim, com exceção de ter tido que dar colo ao Robisson (._.). O Robisson é simplesmente pesado. Depois de alguns “AIs” iniciais, alguém deu a idéia de ir no porta-malas. Essa alternativa não deu certo porque era preciso desconectar uma placa do som ali e não deu certo. Além disso, a mãe da Mariana disse que se a polícia pegasse a gente esmagado no banco de trás e mais uns no porta-malas, isso daria problemas. Sem alternativa, dessa vez o Robisson se vingou e eu tive que sentar no colo dele (meu Deus!). No banco da frente, a Karol ficou no colo da Mariana, e no de trás, o Vinícius no do Cleber. O Jardel ficou descansado. Nessa primeira ida, não me lembro direito o que houve, além de um monte de “ai, ai, ai, ai!”

A gente saltou em um lugar que eu não me lembro muito bem (o Robisson sugeriu “bota antes da festa”, em recente conversa no MSN). No carro foram Diego, Mariana e Karol, isso para a polícia não ver nós oito lá no carro. Andando por um tempo, umas garotas mexeram com a gente e eu perguntei: “Quem é?” Começaram então a pegar no pé. Eram a Mariana e Karol. Eles só foram se reunir a gente já na fila. A entrada custou mais caro que na Festa do Milho: R$ 7,00.

Mal chegamos lá e o Robisson não foi mais visto. Daiana Sá, a mesma que ficou com ele na festa passada, seqüestrou ele. Depois, Vinícius se reuniu com outros amigos, Karol encontrou seu namorado que lhe ofereceu bebidas (e foi aqui que tudo começou). Para não ficar segurando vela pra Diego e Mariana, eu, Jardel e Cleber, fomos dar uma volta e beber alguma coisa. Depois, o Jardel foi comprar um segundo copo de capeta (bebida que mistura cachaça, gelo, chocolate ou alguma coisa de morango e leite condensado). Ao revermos a Karol, ela já estava aparentemente feliz demais (pra não ser mais direto e dizer que ela estava bêbada). Eu fiquei assustado, claro. O Cleber foi outro que bebeu um pouco demais e ficou meio zonzo e, segundo ele relatou mais tarde, um pouco melhor, mais solto também.

Mais uma volta e o que o Cleber disse fez sentido. Ele estava passando no meio da multidão passando a mão nas gurias. Teve uma de cabelo vermelho cheia de amigas que foi molestada duas vezes, e se mostrou indiferente nas duas. Aconteceu que não deu certo e voltamos para onde estavam Diego, Mariana, Karol e o namorado dela. Dessa vez eles estavam mais ao fundo, perto de uma caçamba. Karol estava sentada de cabeça baixa com seu namorado por perto. Havia somente uma poça de água ali perto porque onde eles estavam havia uma torneira. O namorado de Karol havia convidado ela pra dormir na casa dele, mas ele não conseguiu isso porque a Mariana que estava com a “guarda” dela não pôde deixar. Um tempo depois, a Daiana foi embora e o Robisson ficou livre como uma borboleta!

Karol esbanjava energia, falava coisas bem loucas, dançava com um, com outro e inaugurou sua a risada by Bob Esponja (rararararararara)! Ela e o Robisson avacalhavam um com o outro. Ela roubava o boné dele, dava tapas, molhava todo mundo com a água da torneira... Já o Robisson se vingou empurrando sorvete na cara dela e tento feito ela pegar a casquinha do sorvete como em “A Dama e o Vagabundo”.

Depois de todos terem se reunido, fomos embora lá pelas três da manhã. Mariana e Diego ficaram no banco da frente. Eu, Jardel e Vinícius ficamos espremidos no banco de trás sem ninguém em cima. Ao meu lado, a Karol ficou no colo do Robisson que ficou no colo do Cleber (da pra imaginar o que o Cleber sofreu). Toda a volta, que durou quinze minutos, foi gravada no meu mp3 player e está no meu computador. Na volta, quem mais falou foi, sem dúvida, a Karol. Vinícius ficou reclamando de dor durante a volta.

Comentários do caminho de volta:
KAROL: Quem tá botando o pezão aqui no meio da minha coxa? PETERSON: Sou eu... Não tem lugar pra colocar o pé! (risos)
JARDEL: Ótima desculpa. Ótima desculpa.
CLEBER: Ô Peterson, tu não era disso, cara! (Karol resmungando alguma coisa que não dá pra ouvir. Acho que “Pô, que caralho!”)
JARDEL: Ele não gostava disso!

(...)

ROBISSON: EHHHHHHH, OHHHHHH!!!
KAROL: Só porque tá namorando tá se achando!
ROBISSON: Que namorando, guria? Tu acha que eu vou namorar, eu? Não sou louco! Né, Diego? (risos)
MARIANA: Por quê? Não é ruim não, tá? É ruim, Diego?
KAROL: Ah, é ruim sim. Tem que dar satisfação aonde tu vai... Aí se tu ficar bêbado ele fica cuidando de ti...
ROBISSON: Só porque eu fiquei com a guria tu achas que eu tô namorando? Tá doido?
KAROL: TÁS NAMORANDO! SEU SAFADO! VAI ASSUMIR! (risos)
PETERSON: Pra guria, tá!
ROBISSON: Vamos dizer que ela pensa isso!

(...)

- Peterson e Jardel cometam que Karol não podia ver um copo de capeta e que ela não perdoava nem a espuma. Ela diz que “dava pra tomar, dava pra chupar”, sendo interpretada, então, de forma maldosa.
- A “Tia” é novamente molestada no caminho de volta. o.O
- Karol exige sua comunidade no Orkut. (Já tem: “Eu vi a Karol “Esponja” bêbada”)
- Mariana diz que Karol sempre riu esquisito.
- Robisson diz estar sentindo a perna de Cleber crescer.

Depois do carro “cuspir gente”, a gente se despede de Karol, Vinícius e Mariana. Karol se despede dizendo: “I love you vocês!”.

E assim foi...

Um comentário:

  1. Essa fexta foi o bicho em, descubrimos que um pequeno Uno cabe até 8 pessoas, todo mundo apertadinho.

    Obs: Naum to namorando (Graças a Deus).

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